O Instituto de Meteorologia, I.P. informa,
O Inverno de 2010/11 (Dezembro, Janeiro e Fevereiro) foi caracterizado pela ocorrência de fenómenos extremos: um tornado que atingiu os concelhos de Torres Novas, Tomar, Ferreira do Zêzere e Sertã, em Dezembro; episódios de neve, nas regiões do Norte e Centro; duas ondas de frio (em Janeiro e Fevereiro); chuva forte com ocorrência de queda de granizo, em Dezembro e Fevereiro; e vento forte, em Fevereiro.
O valor total da quantidade de precipitação foi de 394.0 mm, superior ao valor normal 1971 – 2000 (352.5 mm). O Inverno classificou-se como normal a chuvoso, em quase todo o território do Continente, sendo muito chuvoso na região de Lisboa e no barlavento Algarvio.
O valor médio da temperatura máxima, média e mínima foi ligeiramente inferior aos respectivos valores normais 1971 – 2000, com anomalias de -0.3ºC. Nos últimos dias do mês de Janeiro e início de Fevereiro, ocorreram valores da temperatura mínima do ar muito baixos, nomeadamente nas regiões do interior Norte e Centro do continente, verificando-se pelo 3º ano consecutivo um Inverno mais frio que o normal.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Boletim de Inverno - citado de www.meteo.pt - INMG
O Instituto de Meteorologia, I.P. informa,
O Inverno de 2010/11 (Dezembro, Janeiro e Fevereiro) foi caracterizado pela ocorrência de fenómenos extremos: um tornado que atingiu os concelhos de Torres Novas, Tomar, Ferreira do Zêzere e Sertã, em Dezembro; episódios de neve, nas regiões do Norte e Centro; duas ondas de frio (em Janeiro e Fevereiro); chuva forte com ocorrência de queda de granizo, em Dezembro e Fevereiro; e vento forte, em Fevereiro.
O valor total da quantidade de precipitação foi de 394.0 mm, superior ao valor normal 1971 – 2000 (352.5 mm). O Inverno classificou-se como normal a chuvoso, em quase todo o território do Continente, sendo muito chuvoso na região de Lisboa e no barlavento Algarvio.
O valor médio da temperatura máxima, média e mínima foi ligeiramente inferior aos respectivos valores normais 1971 – 2000, com anomalias de -0.3ºC. Nos últimos dias do mês de Janeiro e início de Fevereiro, ocorreram valores da temperatura mínima do ar muito baixos, nomeadamente nas regiões do interior Norte e Centro do continente, verificando-se pelo 3º ano consecutivo um Inverno mais frio que o normal.
O Inverno de 2010/11 (Dezembro, Janeiro e Fevereiro) foi caracterizado pela ocorrência de fenómenos extremos: um tornado que atingiu os concelhos de Torres Novas, Tomar, Ferreira do Zêzere e Sertã, em Dezembro; episódios de neve, nas regiões do Norte e Centro; duas ondas de frio (em Janeiro e Fevereiro); chuva forte com ocorrência de queda de granizo, em Dezembro e Fevereiro; e vento forte, em Fevereiro.
O valor total da quantidade de precipitação foi de 394.0 mm, superior ao valor normal 1971 – 2000 (352.5 mm). O Inverno classificou-se como normal a chuvoso, em quase todo o território do Continente, sendo muito chuvoso na região de Lisboa e no barlavento Algarvio.
O valor médio da temperatura máxima, média e mínima foi ligeiramente inferior aos respectivos valores normais 1971 – 2000, com anomalias de -0.3ºC. Nos últimos dias do mês de Janeiro e início de Fevereiro, ocorreram valores da temperatura mínima do ar muito baixos, nomeadamente nas regiões do interior Norte e Centro do continente, verificando-se pelo 3º ano consecutivo um Inverno mais frio que o normal.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Dia Mundial do Livro
O dia mundial do livro comemora-se no próximo dia 23 de Abril. Será num Sábado e os nossos alunos estarão de férias. Por isso, deixamos aqui um cartaz comemorativo para todos os que nos visitam de tantas partes do mundo.
bibliotecariodebabel.com
Recordamos um bonito cartaz do ano passado, que encontrámos em
fora-da-estante.blogspot.com
Dia Mundial do Livro
O dia mundial do livro comemora-se no próximo dia 23 de Abril. Será num Sábado e os nossos alunos estarão de férias. Por isso, deixamos aqui um cartaz comemorativo para todos os que nos visitam de tantas partes do mundo.
bibliotecariodebabel.com
Recordamos um bonito cartaz do ano passado, que encontrámos em
fora-da-estante.blogspot.com
quinta-feira, 7 de abril de 2011
O Brincador - O poema que a nossa amiga Ondina Santos nos declamou no dia em que inaugurámos a Biblioteca Escolar de Porches
O brincador
«Quando for grande, não quero ser médico, engenheiro ou professor.Não quero trabalhar de manhã à noite, seja no que for.
Quero brincar de manhã à noite, seja no que for.
Quando for grande, quero ser um brincador.
Ficam, portanto, a saber: não vou para a escola aprender a ser um médico, um engenheiro ou um professor.
Tenho mais em que pensar e muito mais que fazer.
Tenho tanto que brincar, como brinca um brincador, muito mais o que sonhar, como sonha um sonhador, e também que imaginar, como imagina um imaginador...
A mãe diz que não pode ser, que não é profissão de gente crescida. E depois acrescenta, a suspirar: “é assim a vida”. Custa tanto a acreditar. Pessoas que são capazes, que um dia também foram raparigas e rapazes, mas já não podem brincar.
A vida é assim? Não para mim. Quando for grande, quero ser brincador. Brincar e crescer, crescer e brincar, até a morte vir bater à minha porta. Depois também, sardanisca verde que continua a rabiar mesmo depois de morta. Na minha sepultura, vão escrever: “Aqui jaz um brincador. Era um homem simples e dedicado, muito dado, que se levantava cedo todas as manhãs para ir brincar com as palavras.»
Álvaro Magalhães
O Brincador - O poema que a nossa amiga Ondina Santos nos declamou no dia em que inaugurámos a Biblioteca Escolar de Porches
O brincador
«Quando for grande, não quero ser médico, engenheiro ou professor.Não quero trabalhar de manhã à noite, seja no que for.
Quero brincar de manhã à noite, seja no que for.
Quando for grande, quero ser um brincador.
Ficam, portanto, a saber: não vou para a escola aprender a ser um médico, um engenheiro ou um professor.
Tenho mais em que pensar e muito mais que fazer.
Tenho tanto que brincar, como brinca um brincador, muito mais o que sonhar, como sonha um sonhador, e também que imaginar, como imagina um imaginador...
A mãe diz que não pode ser, que não é profissão de gente crescida. E depois acrescenta, a suspirar: “é assim a vida”. Custa tanto a acreditar. Pessoas que são capazes, que um dia também foram raparigas e rapazes, mas já não podem brincar.
A vida é assim? Não para mim. Quando for grande, quero ser brincador. Brincar e crescer, crescer e brincar, até a morte vir bater à minha porta. Depois também, sardanisca verde que continua a rabiar mesmo depois de morta. Na minha sepultura, vão escrever: “Aqui jaz um brincador. Era um homem simples e dedicado, muito dado, que se levantava cedo todas as manhãs para ir brincar com as palavras.»
Álvaro Magalhães
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