Enquanto não nos chega o cartaz que assinala esta comemoração, aqui fica Bibliothèque, de Maria Helena Vieira da Silva:
terça-feira, 21 de setembro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Bem vindos à escola!
Foi um grande sonho que tive:
Era uma estrela de papel,
Um cordel
Era uma estrela de papel,
Um cordel
E um menino de bibe.
O menino tinha lançado a estrela
Com ar de quem semeia uma ilusão;
E a estrela ia subindo,
Azul e amarela,
Presa pelo cordel à sua mão.
Mas tão alto subiu
Que deixou de ser estrela de papel,
E o menino, ao vê-la assim, sorriu
E cortou-lhe o cordel.
O menino tinha lançado a estrela
Com ar de quem semeia uma ilusão;
E a estrela ia subindo,
Azul e amarela,
Presa pelo cordel à sua mão.
Mas tão alto subiu
Que deixou de ser estrela de papel,
E o menino, ao vê-la assim, sorriu
E cortou-lhe o cordel.

Miguel Torga (Adolfo Rocha)
Bem vindos à escola!
Foi um grande sonho que tive:
Era uma estrela de papel,
Um cordel
Era uma estrela de papel,
Um cordel
E um menino de bibe.
O menino tinha lançado a estrela
Com ar de quem semeia uma ilusão;
E a estrela ia subindo,
Azul e amarela,
Presa pelo cordel à sua mão.
Mas tão alto subiu
Que deixou de ser estrela de papel,
E o menino, ao vê-la assim, sorriu
E cortou-lhe o cordel.
O menino tinha lançado a estrela
Com ar de quem semeia uma ilusão;
E a estrela ia subindo,
Azul e amarela,
Presa pelo cordel à sua mão.
Mas tão alto subiu
Que deixou de ser estrela de papel,
E o menino, ao vê-la assim, sorriu
E cortou-lhe o cordel.

Miguel Torga (Adolfo Rocha)
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